Veja abaixo os boatos e mitos mais freqüentes. Para ver todos os boatos, navegue pelo menu à esquerda.
. Pesquisa encontra benzeno em refrigerantesTodos os ingredientes utilizados em nossos produtos cumprem rigorosamente as leis brasileiras e são seguros para o uso.
A posição de diversos órgãos internacionais, incluindo a FDA dos EUA, o Comitê do Codex Alimentarius em Contaminantes e a Food Standard Agency do Reino Unido, é que o benzeno em bebidas não constitui um problema de saúde pública e que o ser humano se encontra muito mais exposto a este componente pelo próprio ar. Banana (11 a 132 ppb), manteiga de amendoim (2 a 25 ppb) e abacate (3 a 30 ppb) são exemplos de outros alimentos que contém benzeno.
O ciclamato é um edulcorante não calórico cujo uso em bebidas e alimentos é autorizado no Brasil e em mais de 50 outros países, incluindo os da União Européia, os do Mercosul e o Canadá.
A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou, em seu site oficial, um esclarecimento sobre as condições seguras e aprovadas no Brasil para o uso do ciclamato: http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/40_020609.htm.
Os resultados de cerca de 80 estudos científicos demonstram que o ciclamato não oferece risco para a saúde humana nas condições normais de consumo. O Comitê Científico para Alimentos da União Européia confirmou, em 1997, a segurança de uso para o ciclamato (http://ec.europa.eu/food/fs/sc/scf/out53_en.pdf). O Comitê de Peritos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) concluiu que o ciclamato pode ser utilizado de forma segura, dentro de um limite máximo de ingestão diária aceitável (IDA) de 11 mg por kg de peso corpóreo (www.fao.org/ag/agn/jecfa-additives/specs/Monograph1/additive-399-m1.pdf). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, através da Resolução RDC nº 18, de 24 de março de 2008 (e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=30216&word=), dispõe sobre o "Regulamento Técnico que autoriza o uso de aditivos edulcorantes em alimentos, com seus respectivos limites máximos". Isso significa, em termos práticos, que uma pessoa de 50 kg pode ingerir 550 mg de ciclamato diariamente, por toda a vida, sem riscos significativos à saúde.
O ciclamato tem uma vasta aplicação em alimentos e bebidas, particularmente em combinação com outros edulcorantes. É utilizado em adoçantes de mesa, bebidas, cereais matinais, gelatinas, geléias, pudins, gomas de mascar, confeitos, chocolates, produtos lácteos e outros.
Nas bebidas de baixas calorias e em outros alimentos são utilizados diversos edulcorantes, entre os quais o ciclamato, que tem por finalidade substituir integralmente o açúcar adicionado nas bebidas regulares ou reduzir o teor de açúcar em outros alimentos.
De acordo com a Dra. Maria Cecília de Figueiredo Toledo, professora titular da Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, embora o consumo de edulcorantes no Brasil tenha aumentado nos últimos anos, estudos recentes conduzidos no País por sua equipe indicaram que a quantidade de ciclamato presente em alimentos e bebidas de baixas calorias atende aos limites máximos estabelecidos pela legislação vigente e que sua ingestão pela população geral enquadra-se dentro de limites considerados seguros.
Ainda de acordo com a professora Maria Cecília, apesar de os edulcorantes não serem utilizados da mesma forma em todos os países, em função das diferentes necessidades de uso e de distintos hábitos de consumo de alimentos, tem sido demonstrado, de forma consistente, que sua ingestão pela população média e por grandes consumidores encontra-se abaixo dos valores de Ingestão Diária Aceitável estabelecidos por comitês científicos internacionais.
Para mais informações sobre o ciclamato e outros edulcorantes, acesse:
http://www.isabru.org/about_sweeteners-factsheets.html
http://www.inchem.org/documents/jecfa/jecmono/v48aje03.htm http://jecfa.ilsi.org/evaluation.cfm?chemical=SODIUM%20CYCLAMATE&keyword=CYCLAMATE
Em referência a uma apresentação de setor da Petrobras que associa refrigerantes a vários problemas de saúde, a empresa pronunciou-se através de e-mail enviado à Coca-Cola Brasil:
"Em atenção a sua manifestação sobre material veiculado na internet supostamente depreciativo à imagem da Coca-Cola e assinado por um setor da companhia, vimos prestar os seguintes esclarecimentos:
A Petrobras lamenta profundamente que esse material, dirigido a seus empregados, tenha saído dos limites da companhia e sido utilizado fora do contexto para o qual foi produzido;
O referido material procurava reforçar uma campanha em curso na companhia visando a incentivar a adoção de alimentação saudável como forma de prevenir diversos tipos de doenças;
A Petrobras reconhece, contudo, que, apesar de seus bons propósitos, o material não tratava da questão de forma apropriada, o que a levou a reformulá-lo.
Estamos a disposição para esclarecimentos adicionais.
Atenciosamente, Eduardo Felberg Gerente de Imagem Corporativa e Marcas"
A Coca-Cola se encontra no mercado há 116 anos com total comprometimento com um fator que ela sempre priorizou para seus consumidores - a qualidade;
A utilização de frutas cítricas, como o limão e a laranja em conjunto com bebidas refrigerantes é uma prática universal, segura, saudável e agradável de o consumidor dar seu toque pessoal à sua bebida preferida.
Como a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) é citada no boato, ela se pronunciou em resposta aos consumidores que a procuraram informando que não havia motivo para preocupação. Segundo a UNICAMP a notícia que circula na Internet é um trote e sua disseminação só fez aumentar o tráfego na rede.
A UNICAMP, também, esclarece que o médico citado na referida mensagem, Dr. Rui Campanella não faz parte de seu cadastro de funcionários, bem como não existe em sua estrutura o citado "Departamento de Pesquisas Biológicas". Conclui, a UNICAMP, tratar-se de uso indevido do seu nome e de seu prestígio."
Veja Mais:
Carta Unicamp sobre Coca-Cola light com limão (jpg - kb)
O ciclamato é permitido no Brasil e em mais de 50 países no mundo, inclusive na União Européia e no Mercosul. A proibição nos EUA deveu-se a testes realizados em rato, na década de 70. Estes foram alimentados com grandes quantidades de ciclamato e sacarina correspondente ao consumo humano de 700 latas de refrigerantes por dia. Entretanto, estudos posteriores realizados nos próprios EUA demonstraram que as suspeitas que o ciclamato poderia levar à formação de tumores em animais eram infundadas. Cerca de 80 trabalhos científicos provam que o ciclamato não oferece risco à saúde. O Comitê de Peritos em Toxicologia da FAO/OMS e o Comitê Científico para Alimentos da União Européia atestam a segurança do uso do ciclamato. Nos Estados Unidos há um pedido para reaprovar o ciclamato e que está sob revisão da FDA americana.
Em relação às notícias que relacionaram o consumo de refrigerantes de cola com a osteoporose a partir da divulgação do Framingham Osteoporosis Study, é importante esclarecer que as evidências científicas não confirmam que o fosfato, usado na forma de ácido fosfórico em alguns refrigerantes, possui efeito negativo na saúde óssea. De qualquer forma, refrigerantes de cola fornecem apenas 3% do total de fósforo consumido em média pelas pessoas, sendo as maiores fontes desta substância as carnes, os cereais, o leite e seus subprodutos. Os consumidores podem continuar a consumir refrigerantes, sem excesso, como parte de uma dieta balanceada, na qual todos devem incluir o consumo mínimo de dois litros de líquidos por dia para manterem-se adequadamente hidratados.
Em relação às notícias que relacionaram o consumo de refrigerantes de cola com a osteoporose a partir da divulgação do Framingham Osteoporosis Study, é importante esclarecer que as evidências científicas não confirmam que o fosfato, usado na forma de ácido fosfórico em alguns refrigerantes, possui efeito negativo na saúde óssea. De qualquer forma, refrigerantes de cola fornecem apenas 3% do total de fósforo consumido em média pelas pessoas, sendo as maiores fontes desta substância as carnes, os cereais, o leite e seus subprodutos.
Os consumidores podem continuar a consumir refrigerantes, sem excesso, como parte de uma dieta balanceada, na qual todos devem incluir o consumo mínimo de dois litros de líquidos por dia para manterem-se adequadamente hidratados.
Quanto a dissolver dentes e ossos, isto só acontece com materiais mortos, sem defesa orgânica. Esta idéia resulta de experimentos que se fazem nas escolas. Coloca-se um osso de galinha ou um dente dentro de um alimento ou bebida ácida (suco, refrigerante). Após alguns dias verifica-se que ocorrem alguns pontos de corrosão no dente ou no osso. Esta brincadeira não reflete a realidade. Um dente extraído da boca é material morto, sem defesa orgânica, sem qualquer irrigação, sem proteção da saliva e sem a higiene bucal. No caso de um dente sadio, este é protegido pela saliva e pela própria irrigação no interior do dente. Além disso, bebidas não ficam em contato com a boca por dias, sendo logo removidas pela saliva. Em países onde há maior consumo de refrigerantes, como nos Estados Unidos, em quantidades superiores ao Brasil, não há relação entre este consumo e o aumento da incidência de cáries.
Todas as informações científicas disponíveis mostram que o aspartame é um adoçante seguro e apropriado para uso em alimentos e bebidas. Nenhuma destas informações liga o aspartame, ainda que vagamente, a qualquer sintoma ou doença.
A revista TIME (2/8/99) e a Associated Press (1/29/99) pesquisaram o boato e ambas concluiram que era falso. Caso você queira saber mais e conhecer os fatos que especificamente mostram como é infundado o boato, você pode contactar, via internet, as seguintes organizações:
Administração para Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos
The U.S. Food and Drug Administration (FDA)
Conselho Internacional para Informação em Alimentos
International Food Information Council
Fundação Esclerose Múltipla
Multiple Sclerosis Foundation
Associação Americana de Diabetes
The American Diabetes Association
Companhia Nutrasweet
NutraSweet Company
Associação Nacional dos Fabricantes de Refrigerantes - USA
National Soft Drink Association
Refrigerantes contém cerca de 90% de água e podem ser importantes, dentro de uma dieta equilibrada, para estimular o consumo de água, necessária ao equilíbrio do organismo.
Refrigerantes podem conter aditivos, que estão presentes em praticamente todos os alimentos e bebidas industrializados que consumimos diariamente. Eles servem para conservar, melhorar o sabor ou manter as propriedades dos alimentos até o consumo. Os aditivos são avaliados pelos técnicos do Ministério da Saúde do Brasil e aprovados para o uso em quantidades definidas e limitadas, sendo seguros do ponto de vista de saúde.
O IDEC informou em reportagem recente que se uma criança (de 30kg) consumir 1 lata de Sprite Zero, já excedeu o seu limite diário de ciclamato. O mesmo ocorre se um homem (70kg) consumir 2,8 latas de Coca-Cola Light Lemon. Isto é verdade?
É preciso esclarecer que, em primeiro lugar, o público infantil não é o target nem é grande consumidor de produtos light. Nossa comunicação e propaganda não é dirigida a crianças menores de 12 anos. Ainda assim, o eventual consumo de qualquer aditivo acima de sua Ingestão Diária Aceitável (IDA), não configura um risco significativo à saúde. Deve-se lembrar que a IDA é um fator de segurança que tem como base testes efetuados com doses muito mais altas que aquelas existentes nos alimentos. Como para qualquer alimento o consumidor deve usar de bom senso evitando consumo excessivo. Não se espera, por exemplo, que uma pessoa consuma diariamente quase um litro de Coca-Cola Light Lemon. Isto é considerado consumo excessivo, se feito todos os dias.


