Não há qualquer base científica que comprove ou que sugira que garrafas de PET
venham a liberar dioxinas em presença de líquidos congelados.
Dioxinas são compostos produzidos a temperaturas extremamente elevadas, acima
de 370º C. Elas não se formam à temperatura ambiente ou de congelamento.
O PET (polietileno tereftalato) usado na fabricação de garrafas de
refrigerantes, mesmo quando incinerado, não forma dioxina.
Os produtos gerados da queima de uma embalagem PET são principalmente, água,
dióxido de carbono – um gás encontrado na atmosfera que, também, é consequência
de nossa própria respiração, além de traços de metano, etileno, acetaldeído e
ácido tereftálico. Nenhuma destas substâncias é tóxica nos níveis liberados por
uma garrafa de PET quando incinerada.
A maior parte das bebidas não alcoólicas, inclusive água, produzida no
Brasil, se utilizam das embalagens de PET que contou com diversos estudos,
pesquisas e normas antes de ser certificado como um plástico seguro para o uso e
com ampla utilização em todo o mundo.
Os testes realizados nas embalagens de PET tanto pelos laboratórios de
controle de todo o mundo como por laboratórios de pesquisa de universidades e de
institutos atestam que não há migração de substâncias tóxicas como dioxinas e
outras para os líquidos contidos nestas embalagens.
No Brasil, o Ministério da Saúde autoriza o PET para diversas aplicações de
acondicionamento de alimentos e bebidas. As normas brasileiras seguem rígidos
padrões internacionais as quais têm que ser respeitadas pelos produtores de
embalagens.
Informações adicionais podem ser obtidas nos sites:
Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, com sede em São
Paulo-SP
http://www.plastivida.org.br clique em “Importância para a
Vida” e, opte pelo item “Saúde/Alimentos” (nº 62/63 e 64/65).
American Plastics Council (Conselho Americano de Plásticos) dos E.U.A. (em
inglês)
http://www.plasticsinfo.org/s_plasticsinfo/sec_level2_faq.asp?CID=705&DID=2839#8
O dióxido de carbono é um
componente do ar que respiramos a todo momento. As plantas o utilizam para seu
desenvolvimento, extraindo-o do ar. Ele é utilizado em refrigerantes, em alguns
vinhos e na cerveja, para dar a característica espumante ou borbulhante destas
bebidas.