Veja abaixo os boatos e mitos mais frequentes. Para ver todos os boatos, navegue pelo menu à esquerda.
. Pesquisa Proteste - Água CrystalA Coca-Cola Brasil esclarece que o produto da marca Crystal citado na matéria "Água mineral contaminada", da edição de setembro da Revista Proteste, não pertence ao seu portfólio de bebidas. A marca da empresa é denominada Crystal Spal (Fonte Yguaba) e não é comercializada em garrafões de 20 litros. A pesquisa da Proteste avaliou apenas águas comercializadas em embalagens de 20 litros.
Um vídeo com cenas eróticas circulou na internet supostamente como um comercial de Sprite na Alemanha. Este vídeo não foi produzido pela Coca-Cola Company nem por nenhuma de suas marcas. O uso da marca Sprite neste vídeo não foi autorizado.
Todos os ingredientes utilizados em nossos produtos são autorizados pelas leis brasileiras. Os corantes, assim como os demais ingredientes utilizados nas bebidas, estão descritos na rotulagem para informar o consumidor e permitir-lhe uma escolha consciente. São permitidos pela norma brasileira e do Mercosul e são seguros para o uso.
A presença eventual de benzeno em bebidas e alimentos pode ocorrer em níveis muito baixos, como os que foram detectados em recente teste, realizado em número limitado de amostras de refrigerantes, sem que isto represente risco para o consumo. A própria legislação brasileira admite como segura para consumo a água de abastecimento público com níveis de benzeno de até 5 ppb (partes por bilhão). Banana (11 a 132 ppb), manteiga de amendoim (2 a 25 ppb) e abacate (3 a 30 ppb) podem conter benzeno em níveis superiores aos encontrados na água e outras bebidas.
A posição de diversos órgãos, incluindo a FDA dos EUA, o Comitê do Codex Alimentarius em Contaminantes, a Food Standard Agency do Reino Unido e a União Européia, é de que a principal forma de exposição do ser humano ao benzeno é através do próprio ar. Isto porque o benzeno é formado em muito maiores quantidades na combustão da gasolina, do óleo diesel, além de outras fontes. Assim, respiramos pequenas quantidades de benzeno diariamente, nas vias urbanas onde haja circulação de veículos. Alimentos e bebidas são responsáveis por menos de 5% da exposição total do ser humano ao benzeno.
Diante destes fatos a conclusão é de que a presença de benzeno em bebidas não representa uma fonte significativa que possa afetar a saúde.
O ciclamato é um edulcorante não calórico cujo uso em bebidas e alimentos é autorizado no Brasil e em mais de 50 outros países, incluindo os da União Européia, os do Mercosul e o Canadá.
A Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou, em seu site oficial, um esclarecimento sobre as condições seguras e aprovadas no Brasil para o uso do ciclamato: http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/40_020609.htm.
Os resultados de cerca de 80 estudos científicos demonstram que o ciclamato não oferece risco para a saúde humana nas condições normais de consumo. O Comitê Científico para Alimentos da União Européia confirmou, em 1997, a segurança de uso para o ciclamato (http://ec.europa.eu/food/fs/sc/scf/out53_en.pdf). O Comitê de Peritos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) concluiu que o ciclamato pode ser utilizado de forma segura, dentro de um limite máximo de ingestão diária aceitável (IDA) de 11 mg por kg de peso corpóreo (www.fao.org/ag/agn/jecfa-additives/specs/Monograph1/additive-399-m1.pdf). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, através da Resolução RDC nº 18, de 24 de março de 2008 (e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=30216&word=), dispõe sobre o "Regulamento Técnico que autoriza o uso de aditivos edulcorantes em alimentos, com seus respectivos limites máximos". Isso significa, em termos práticos, que uma pessoa de 50 kg pode ingerir 550 mg de ciclamato diariamente, por toda a vida, sem riscos significativos à saúde.
O ciclamato tem uma vasta aplicação em alimentos e bebidas, particularmente em combinação com outros edulcorantes. É utilizado em adoçantes de mesa, bebidas, cereais matinais, gelatinas, geléias, pudins, gomas de mascar, confeitos, chocolates, produtos lácteos e outros.
Nas bebidas de baixas calorias e em outros alimentos são utilizados diversos edulcorantes, entre os quais o ciclamato, que tem por finalidade substituir integralmente o açúcar adicionado nas bebidas regulares ou reduzir o teor de açúcar em outros alimentos.
De acordo com a Dra. Maria Cecília de Figueiredo Toledo, professora titular da Faculdade de Engenharia de Alimentos da UNICAMP, embora o consumo de edulcorantes no Brasil tenha aumentado nos últimos anos, estudos recentes conduzidos no País por sua equipe indicaram que a quantidade de ciclamato presente em alimentos e bebidas de baixas calorias atende aos limites máximos estabelecidos pela legislação vigente e que sua ingestão pela população geral enquadra-se dentro de limites considerados seguros.
Ainda de acordo com a professora Maria Cecília, apesar de os edulcorantes não serem utilizados da mesma forma em todos os países, em função das diferentes necessidades de uso e de distintos hábitos de consumo de alimentos, tem sido demonstrado, de forma consistente, que sua ingestão pela população média e por grandes consumidores encontra-se abaixo dos valores de Ingestão Diária Aceitável estabelecidos por comitês científicos internacionais.
Para mais informações sobre o ciclamato e outros edulcorantes, acesse:
http://www.isabru.org/about_sweeteners-factsheets.html
http://www.inchem.org/documents/jecfa/jecmono/v48aje03.htm http://jecfa.ilsi.org/evaluation.cfm?chemical=SODIUM%20CYCLAMATE&keyword=CYCLAMATE


