Cada um tem o seu jeito de fazer. Pode ser uma tradição de família ou com aquela cafeteira que é sonho de consumo ou, quem sabe até, da maneira mais prática, por conta da correria do dia a dia. Mas há sempre algo em comum: nunca, nunca abrir mão do sabor. Lançado em agosto pela Coca-Cola Brasil, o Café Leão é um convite ao ritual de preparo dessa bebida que está na casa e na rotina dos lares brasileiros. E foi esse o espírito do encontro de amantes de café, jornalistas e baristas na última sexta-feira (04), em São Paulo.

“Convidamos jornalistas, coffee lovers, blogueiros e influenciadores com intuito de trazer diferentes perfis de pessoas para fazer uma degustação lúdica. Mostrar que, para o mesmo café, você tem diferentes maneiras de preparo: com cafeteiras aeropress ou french press, por exemplo, que dão sabor diferente ao café. A ideia é mostrar essa flexibilidade do grão”, diz Mariana Proença, diretora de conteúdo da Café Editora, parceira Coca-Cola Brasil na organização do evento, um misto de café da manhã e lanche da tarde.

Apesar de ser um hábito presente na cultura brasileira há muito tempo, o ato de beber café vem ganhando cada vez mais adeptos para sua forma artesanal. “Estamos vivendo a terceira grande onda do café”, explica Raoni Lotar, gerente de Marketing de Café Leão. “A primeira foi o boom do café solúvel, a segunda foi o boom das cafeterias e a terceira, que vivemos hoje, é chamada pelos especialistas de ‘era do café artesanal’, marcada pela qualidade dos grãos de origem 100% arábica e pela valorização de preparos mais artesanais”.

O lançamento do Café Leão se enquadra nessa terceira tendência. “A ideia de ir na direção do café de qualidade vem das conversas que tivemos com especialistas e consumidores. Daí veio a proposta de levar aos brasileiros o nosso melhor café: o 100% arábica, cultivado e produzido no Brasil”, destaca Lotar.

Para valorizar todo esse ritual da preparação artesanal, o encontro teve a participação do barista Renato Gutierres, que esteve à frente do projeto como consultor do Café Leão. “Existem os tipos de café: o arábica e o robusta. Quando falamos em café de qualidade, que é o caso do Café Leão, é o 100% arábica. Temos dois tipos de torra: a média, que ressalta os sabores intrínsecos do grão, como o caramelado. E a torra escura, com um tom achocolatado, mais intenso”, diz ele. O produto, que combina uma mistura de grãos do cerrado mineiro e das montanhas do Espírito Santo, está disponível em quatro versões. Em grãos nas opções torra média e torra escura, em embalagens de 500g, e também moído nas duas torras, em pacotes de 250g.

Gutierres convidou os jornalistas e influenciadores a prepararem a bebida no método Hario V60, uma maneira de coar o café com um filtro que apresenta fendas especiais para que o pó se espalhe mais. E revelou truques, como derramar água fervendo no filtro e descartá-la, antes de receber o pó. “Assim o filtro perde esse gosto de papel”.

Depois de mostrar diferentes preparos e suas influências no sabor final, Gutierres  também deu sugestões de harmonização. “Café moído na hora é mais fresco, que é o que eu recomendo como barista. Pão com manteiga e café de torra média nasceram um para o outro. Já para acompanhar o pão de queijo, que tem queijo mais curado, sugiro a torra escura. Se você alia uma comida leve à torra escura, o sabor do alimento some. Por isso, sabores mais fortes são ideais para acompanhar o café de torra escura. E tem o clássico café com leite, que lembra o sabor da infância”, enumera.

Com essas combinações, aquele cafezinho da tarde não será mais o mesmo... E é isso que cada vez mais gente procura. Edenilso Gavlak, que assina o instagram @cafeinacao e é um dos organizadores de eventos sobre a bebida, atesta: “Há muitas cafeterias abrindo, porque o consumidor está mais exigente, percebendo que café não é tudo igual. A Leão representa um primeiro contato do consumidor com o café especial. Vai ser responsável por introduzir e promover a transição das pessoas do café tradicional para o café especial”, analisa Gavlak, destacando uma das qualidades da marca: “Um dos benefícios é percepção de que se pode usar cada vez menos açúcar. Se você tem um café sem defeitos, não precisa do açúcar, porque você vai querer apreciar o sabor. É bom que uma grande empresa esteja abrindo os olhos para os cafés especiais”.

O ritual do café a seu alcance

E agora? Está pronto para se aventurar pelos sabores e aromas do café artesanal? É mais fácil do que você pensa. As dicas para se buscar a perfeição são dadas por Caio Fontes, diretor da Café Store, parceira do e-commerce do Café Leão, que está à venda no site www.cafeleao.com.br e também em lojas e supermercados no Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo – a ideia é levar para outros estados em 2017.

“No e-commerce, temos sete kits que recomendo para os iniciantes no consumo do café, que incluem: moedor de café fresco, cafeteira italiana, filtro, jarra e balança. Isso é o básico para preparar um café de acordo com seu gosto”, explica Fontes, que também analisa de onde vem a vontade das pessoas em se especializar no café. “A importância do café no Brasil sempre existiu, e o ritual só tem melhorado com o tempo. O consumidor está buscando se aprofundar e se envolvendo mais no que ele está comendo e bebendo. A especialização é uma tendência mundial, e vale também para filmes, séries, bebidas, porque existe um acesso mais dinâmico a conteúdo”.

Há aqueles que já têm os itens necessários para preparar um delicioso café e percebem como isso influencia até a vida social. É o caso de Renan Dantas, autor do blog Gastromalte:

“Sou o ‘louco do café’. Levo moedor, café em grãos, filtro e coador para todos os lugares. É como se o café promovesse uma meditação, um momento familiar, conectando as pessoas”, conta ele. “O Café Leão é especial, porque vai permitir a quem já gosta da bebida ter acesso a um produto melhor por meio de uma marca tão grande Coca-Cola Brasil”.

E para a Coca-Cola Brasil produzir um item tão amado pelos brasileiros também é um desafio interno, muito bem-vindo pela equipe:

“Em tudo o que trabalhamos, sabemos exatamente como vai ser o resultado do produto final. O café está trazendo para nós a beleza de não saber como ele vai sair. Afinal, é o barista ou o consumidor que vai prepará-lo da maneira que preferirem”, observa Lotar.

Texto produzido por Ecoverde Conteúdo Jornalístico