A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, com 17 objetivos e 169 metas, proposta pelas Nações Unidas e acordada pelos 193 estados-membros da ONU tem entre seus desafios:

Os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU

A escala e a ambição desta nova agenda universal exigirão uma parceria global para garantir a sua execução. Governos, setor privado, sociedade civil e outros atores estão sendo convocados a integrarem essa mobilização mundial.

Acreditamos que as empresas terão um papel-chave no cumprimento desses objetivos, por sua alta capilaridade e escala, capacidade de buscar soluções inovadoras, pelos investimentos que realizam em pesquisa e desenvolvimento e nas práticas que implementam. Nesse sentido, nossa estratégia de valor compartilhado ganha ainda mais relevância.

João Batista é um dos beneficiados do programa Água+ Acesso, na comunidade de Coqueiro, no Ceará
João Batista é um dos beneficiados do programa Água+ Acesso, na comunidade de Coqueiro, no Ceará

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Temos a certeza de que ao criarmos impacto social positivo nas comunidades e no meio ambiente, gerando vantagem competitiva sustentável para a empresa, estaremos também contribuindo com o progresso dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A visão 2025 da Coca-Cola Brasil nos move nessa direção: Queremos crescer o nosso negócio ao mesmo tempo em que nos consolidamos como o sistema que cuida das pessoas, das comunidades e do meio ambiente. Para rumarmos nessa trajetória, seguimos desenvolvendo e aperfeiçoando nossas ações de valor compartilhado, apresentadas ao longo deste relatório. A partir da definição dos temas materiais e em linha com a estratégia global de sustentabilidade da The Coca-Cola Company, dividida nos pilares: Me (Bem-estar pessoal), We (Bem-estar social) e World (Bemestar ambiental), estamos dando continuidade ao processo de escuta e diálogo com nossos stakeholders. Iniciamos também, com a área de marketing, um projeto de incorporação da cultura de valor compartilhado nos processos de gestão das marcas, para que os aspectos ambientais e sociais, incluindo os impactos, sejam considerados desde a concepção dos novos produtos.

A cada novo desafio que enfrentamos na agenda de sustentabilidade, aumentamos a confiança de que podemos usar nossa capilaridade, expertise e vocação para contribuir, além das atividades de nossas operações, com as grandes questões do País e do planeta. Reconhecemos também que temos a responsabilidade de gerenciar nossos impactos de forma cada vez mais efetiva. Para isso, mapeamos, ao longo da cadeia produtiva, as principais questões, a fim de identificar oportunidades de criação de valor, e que pautam as diretrizes da nossa atuação estratégica.

Rio Paraná. Um dos afluentes do Rio Amazonas que permeia as comunidades produtoras de guaraná apoiadas pelo Programa Olhos da Floresta
Rio Paraná. Um dos afluentes do Rio Amazonas que permeia as comunidades produtoras de guaraná apoiadas pelo Programa Olhos da Floresta

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Diálogo aberto

A divulgação do Relatório de Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil 2014-2015 aconteceu durante a programação do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, em junho de 2016. Com a presença de representantes da sociedade civil, empresas, ONGs e governo, as estratégias dos temas materiais foram apresentadas em uma roda de diálogo. O encontro foi uma oportunidade de capturar as percepções dos participantes sobre nossa agenda de sustentabilidade e, principalmente, receber sugestões para aprimorarmos nossas ações. Alinhado ao nosso objetivo de promover a escuta ativa, foi um importante momento de troca de experiências e aprendizado.

Hélio Mattar, Diretor Presidente do Instituto Akatu, em roda de diálogo com lideranças da Coca-Cola Brasil
Hélio Mattar, Diretor Presidente do Instituto Akatu, em roda de diálogo com lideranças da Coca-Cola Brasil

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Movimento Rio+B

Durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, que aconteceram, em agosto, no Rio de Janeiro, a Coca-Cola Brasil aderiu ao movimento Rio+B. A iniciativa, promovida pelo Sistema B, conta com a parceria da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio do Rio Resiliente, e com a Ellen MacArthur Foundation, a BMW Foundation e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), entre outras organizações. Seu objetivo é engajar o setor privado na agenda de sustentabilidade da cidade, por meio dos negócios. As empresas participantes se comprometem a avaliar seu próprio impacto socioambiental e a convidar sua cadeia de fornecedores a também fazê-lo. Nossos primeiros fornecedores engajados foram os envolvidos nos Jogos Olímpicos Rio 2016, o que correspondeu a cerca de 100 empresas. A partir de um questionário de avaliação, são identificados pontos de melhorias e é traçado um plano de médio e longo prazo. O objetivo do projeto, além de mapear o impacto socioambiental das organizações, é colocar todas em uma mesma direção voltada para uma nova economia, com valores pautados na colaboração, pré-competição e nos negócios em rede para, juntas, implementarem melhorias em seu impacto nas pessoas e na cidade.

Vários aspectos do bem-estar

Nos quadros abaixo, abordamos o bem-estar em diversos aspectos, e destrinchamos as questões prioritárias, os compromissos, os avanços já realizados e em que pontos a companhia ainda precisa avançar.

Bem-estar pessoal

Bem-estar social

Bem-estar ambiental