Para Lorena Couto, 22 anos, não existe tempo ruim. A jovem tem energia para dar e vender. A motivação é sua marca registrada desde os tempos da escola, quando participava de todos os eventos possíveis. A paixão por organizar encontros só não é maior do que a que tem pelos esportes. Por isso, ela foi pura alegria quando a Copa do Mundo da FIFA™ foi anunciada no Brasil. “Dali em diante, meu foco era participar da Copa, ou melhor, organizar o evento“, ela conta.

Ao buscar caminhos para realizar o seu sonho, Lorena conheceu pela internet o Coletivo Jovem, do Instituto Coca-Cola Brasil, que capacita pessoas entre 16 e 25 anos para o primeiro emprego.

Ela cursava o segundo ano de Publicidade e Propaganda e, com tamanha vontade, “abraçou” o Coletivo. “Eu tinha que aproveitar essa iniciativa. Queria me desenvolver, potencializar minhas qualidades e descobrir como superar minhas dificuldades”, diz.

Conheça também as histórias do ex-educador Neilton Santana e da Dona Nerina, presidente de ONG gaúcha.

Com objetivo de empoderar jovens por meio de capacitação, valorização da autoestima e conexão com novas oportunidades de geração de renda, o programa do Instituto Coca-Cola Brasil também desenvolve habilidades socioemocionais dos participantes, o que foi importante para Lorena. “Hoje, sei que posso realizar e conquistar qualquer coisa por meu empenho. Foi esse novo jeito de encarar a vida que aprendi com o Coletivo”, ressalta.

Coletivo Jovem

Thaís Antunes/Maker Brands


Lorena queria conquistar o primeiro emprego e, de quebra, trabalhar durante a Copa do Mundo da FIFA™ 2014. Ela acabou alcançando ambos os sonhos. Antes mesmo de concluir o programa, conseguiu uma vaga para trabalhar como voluntária nos jogos da Copa das Confederações da FIFA 2013™. Na entrevista, sua espontaneidade e garra contaram muitos pontos. “O Coletivo foi o primeiro passo de um caminho enorme que se abriu em minha vida. Agora tenho muito mais oportunidades do que tinha antes”, comemora.

Paralelamente ao trabalho como voluntária, Lorena ainda conciliava a faculdade e um estágio no Conselho de Arquitetura da Bahia. Apesar de dois ônibus e um trajeto estimado em quase duas horas, ela marcou presença em todos os dias de jogos. “O Coletivo me ensinou como me portar nessas situações e tornou realidade o sonho de ajudar a entregar um evento de grande porte com excelência”, completa.

'Copa das Copas'

Após a experiência como voluntária, surgiu a sonhada oportunidade na Copa do Mundo da FIFA™, como assistente de Recursos Humanos em uma empresa parceira do evento. “Foi um sonho ter o meu primeiro emprego com carteira assinada. Tinha todos os meus direitos garantidos pela primeira vez”, relembra. Lorena foi selecionada para auxiliar na contratação de profissionais que trabalhariam no estádio-sede, em Salvador.

'Hoje eu sei trabalhar em equipe e confio no meu potencial', Lorena Couto, ex-integrante do Coletivo


O aprendizado foi do tamanho do desafio e Lorena aprendeu a treinar pessoas, organizar logística de mercadorias e entregas, além de estruturar o fluxo de entrada dos profissionais no estádio. “Criei um processo de entrega de credenciais que foi replicado em Recife. Aprendi a encarar aquilo que eu não conhecia, que eu nunca havia feito”, conta.

Um pouco antes do início dos jogos, a empresa teve uma reestruturação interna de equipe e Lorena acabou sendo promovida a analista. Isso foi um estímulo para ela vestir a camisa e entregar a “Copa das Copas”, como ela gosta de dizer. “Eu digo que umas das melhores coisas que aconteceu na minha vida foi o Coletivo. Hoje, sei trabalhar em equipe e confio no meu potencial”, conclui a jovem.

Texto produzido por Maker Brands