O compromisso firmado dez anos atrás foi cumprido: empoderar economicamente cinco milhões de mulheres em todo o mundo até 2020. O anúncio sobre o sucesso da meta batizada 5by20 chega a tempo de celebrar a importante data do Dia Internacional da Mulher. Somente na América Latina, mais de 400 mil pessoas foram impactadas pelas iniciativas que têm ajudado mulheres a acessarem oportunidades econômicas.

São donas de mercearias, trabalhadoras de cooperativas de reciclagem, jovens estudantes... Mulheres como a brasileira Daiana Santos, que conseguiu o primeiro emprego graças ao programa Coletivo Jovem; e como a lojista Rosa Jadán, do Equador, que recebeu treinamento para ajudar na administração de seu pequeno negócio.

Essas muitas histórias foram atravessadas por programas criados e fomentados pela Coca-Cola América Latina. Aqui no Brasil, o Coletivo Jovem chegou a 158 mil mulheres, que tiveram capacitação para dar os primeiros passos no mercado de trabalho, além de acesso a oportunidades reais de trabalho. Mais de 400 ONGs e instituições parceiras estão envolvidas na operação brasileira.

“Além de impactarmos diretamente mulheres, aproveitamos a capilaridade dessa plataforma nacional para gerar discussões: por que o dinheiro costuma ser administrado por homens nas cooperativas e a limpeza pelas mulheres? É uma oportunidade de remanejar papéis de gênero com quem está começando sua carreira agora”, avalia Ana Tacite, gerente de projetos do Instituto Coca-Cola Brasil, que conduz o Coletivo Jovem.

Nada mais importante, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, do que trazer resultados efetivos, como apontou o presidente da Coca-Cola América Latina, Henrique Braun, durante um evento online, quando compartilhou os aprendizados dessa jornada de empoderamento.

“Conhecer essas histórias nos inspira a continuar transformando comunidades em todo mundo, empoderando mulheres economicamente e prestando auxílio para que seus negócios sejam sustentáveis. São muitas trajetórias que nos inspiram e nos mostram onde ainda podemos contribuir”, aponta Braun.

Parceiros de jornada rumo à equidade

Dez anos atrás, a Coca-Cola Company se fez uma provocação: como podemos seguir adiante com o propósito da companhia de refrescar o mundo e ao mesmo tempo fazer a diferença nos territórios onde atuamos? A resposta veio em forma de uma atuação resiliente que não teria sido possível sem parceiros estratégicos, governos e instituições civis.

Um desses parceiros é a Onu Mulheres, criadora dos 7 Princípios de Empoderamento das Mulheres, um guia que ajuda empresas a incorporarem em seus negócios práticas que visam à equidade de gênero.

“Seria bom se outras empresas imitassem os esforços da Coca-Cola Company para integrar mulheres na cadeia produtiva e de hierarquia. Percebemos como o setor privado tem tomado cada vez mais consciência da importância da igualdade de gênero, o que será essencial para que todos possamos sair da crise econômica gerada pela pandemia da Covid-19”, afirma María Noel Vaeza, diretora regional da Onu Mulheres para as Américas e o Caribe. “Não existe recuperação sem integração das mulheres na economia”.

Afinal, as mulheres são como colunas vertebrais das comunidades, como destaca Angela Zuluaga, vice-presidente de Assuntos Corporativos, Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola América Latina. Para ela, 2020 foi um ponto de inflexão para a percepção do quanto é urgente agir para que essa parcela da população tenha acesso a direitos econômicos e sociais. “As mulheres em situação de vulnerabilidade foram as mais afetadas pela pandemia. Temos como dever social atuar para expandir a inclusão financeira”, analisa.

E os projetos apoiados pela iniciativa 5by20 mostram por si só o potencial de transformar comunidades e economias através das mulheres, elos fundamentais da cadeia global.

Texto produzido por Colabora Marcas